O poder feminino e a PNL

O empoderamento feminino permeia muitas questões que vão desde o papel da mulher nas decisões políticas e sociais, até as questões íntimas de relacionamentos e existenciais com relação ao que é ser mulher. Por esse motivo é indiscutível a necessidade de que cada mulher busque dentro de si a manifestação de seu poder pessoal e a sua própria jornada a despeito de qualquer circunstância ou do meio em que se encontra.

 Data instituída em 1975 pelas Nações Unidas, historicamente, 8 de março é para marcar a luta pelos direitos civis das mulheres.

 No Brasil, as discussões acerca dos direitos das mulheres acontecem desde o início de 1800, ainda que nesse período de forma mais tímida por parte das próprias mulheres e com mais intensa repressão por grande parte do país.

 Diversos acontecimentos políticos intensos no mundo todo, no decorrer do tempo, marcaram os movimentos de lutas femininas, que culminou para as mulheres nos direitos adquiridos e a liberdade de escolha com relação à sua própria vida e a sociedade.

 Em 1946, apenas há 74 anos, em meio a lutas, questionamentos e movimentos feministas, foi que as mulheres conquistaram ao nível nacional o direito ao voto no Brasil. A partir desta data toda mulher, sem condições ou restrições, passa a poder participar das decisões políticas do país.

Estamos em 2020 e hoje as discussões em torno das condições das mulheres na sociedade brasileira permeiam muitas questões. Lidamos com a falta de compreensão com relação aos movimentos políticos femininos, com as divergências entre os próprios movimentos, com movimentos que vão de encontro às nossas demandas e necessidades.

Lidamos com as questões de nível social, relacional, mas também no nível íntimo e pessoal.

Afinal, o que é ser mulher?

Segundo a filósofa Simone Beauvoir, numa perspectiva existencialista: “Não se nasce mulher, torna-se mulher”.

O contexto da corrente filosófica existencialista circunda na ideia de que o que nos tornamos é definido pela aquisição das experiências que vivemos, por tanto, os que as mulheres se tornam, está diretamente ligado ao meio social em que estão.

 Então, partindo de processos de autoconhecimento e autoanálise é possível identificar que muitos dos processos internos, e neste caso tanto mulheres como homens, são resultado de vivências e experiências no processo de nosso desenvolvimento pessoal.

 Assim, criamos no decorrer de nossas vidas padrões de pensamentos, sentimentos e comportamentos que refletem o meio no qual nós nos desenvolvemos como seres humanos sociais.

 Alguns desses padrões são aliados para o nosso desenvolvimento até certo ponto, mas outros podem ser grandes inimigos.

 Ao identifica-los pode-se através das práticas de PNL (Programação Neurolinguística) transformar e mudar esses padrões de pensamentos que geram os sentimentos e determinam os comportamentos diante das situações, desde as mais simples até as mais complexas, em nossas vidas.

 Foi assim com a Marisa Morais, que com uma história de superação, mudança de pensamento e a percepção da necessidade de ter um olhar mais positivo e seguro diante da vida a despeito de todas as dificuldades, foi capaz de assumir seu próprio poder como mulher, ser a co-criadora de sua própria realidade e hoje orientar as pessoas na mesma direção.  

O que significa que, conscientes da realidade pessoal, é totalmente possível que cada mulher se torne a mulher que quiser ser a despeito das circunstâncias. E tomar seu poder pessoal, aprender o respeito a si mesma, respeitar os próprios limites e continuar, cada uma a sua maneira, a realizar as mudanças que tanto necessitamos a nível humano.

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