Conheça as 4 características da liderança humanizada

Empatia é um conceito-chave para entender o que está por trás da liderança humanizada. Saber se colocar no lugar do colaborador e entender melhor suas motivações pode fazer muita diferença no processo de orientação da equipe.

A proposta desse tipo de gestão, que prioriza os valores humanísticos, é fazer com que o líder ultrapasse com mais facilidade as barreiras que fazem parte do ambiente corporativo. O resultado? Mais engajamento por parte dos profissionais, o que reverte positivamente no clima organizacional.

Quer entender melhor os diferenciais da liderança humanizada? Então, acompanhe a leitura deste artigo. Separamos informações importantes sobre o assunto.

O que é liderança humanizada?

A liderança humanizada é aquela baseada nos valores humanos. Na prática, isso significa olhar com mais atenção para o comportamento dos colaboradores, extrapolando o que acontece no ambiente profissional.

Pode parecer estranho dizer isso, mas as empresas que têm adotado esse caminho conseguem resultados bem melhores da equipe do que as operações que insistem em métodos baseados simplesmente na autoridade.

Quais os diferenciais desse tipo de líder?

A velha premissa do “manda quem pode, obedece quem tem juízo” tem perdido espaço nas empresas inovadoras. A palavra de ordem nessas estruturas é motivação e faz sentido que se adotem novos métodos.

Se queremos o engajamento do nosso cliente final, o primeiro passo é conseguir esse tipo de envolvimento dos colaboradores. Mas isso é muito difícil de se obter com base apenas na autoridade. Nesse desafio o fator QE (Quociente Emocional) faz toda a diferença. O QE (Quociente Emocional) nada mais é do que o conjunto de habilidades emocionais — como autocontrole, empatia, autoestima, autoconfiança, afabilidade, automotivação, resiliência, autoconhecimento e outros traços pessoais — que ajudam no desempenho individual e facilitam os relacionamentos interpessoais. Em outras palavras, o QE (Quociente Emocional) se refere à capacidade que as pessoas têm para perceber, controlar, avaliar e expressar emoções.

Como desenvolver a liderança humanizada?

A adoção da liderança humaniza exige mais atenção na forma como os trabalhos são conduzidos no dia a dia. Mas medidas simples podem ajudar. Vamos ver quatro características dela:

1. Saber ouvir

Se a empresa está disposta a valorizar mais o seu capital humano, não tem jeito: precisa dar mais espaço para ouvir suas ideias. Nem sempre é um processo fácil nas estruturas hierarquizadas, porém, vale a pena.

Primeiro, porque assim o gestor consegue entender melhor as demandas reais da equipe. Segundo, é por meio dessas iniciativas que os colaboradores vão conseguir expressar suas ideias, ganhar autonomia.

2. Elogiar e incentivar

Para que os profissionais se mantenham motivados, precisam ser incentivados. Na liderança humanizada, um dos diferenciais é que isso acontece a partir do reconhecimento.

O líder da equipe vai procurar, sempre que possível, enfatizar o bom desempenho dos profissionais, identificando e enaltecendo os pontos fortes da sua atuação.

Não é o caso de ser “bonzinho”, e sim de procurar alinhar a gestão das competências com os resultados obtidos por pessoa.

3. Lidar com as diferenças

O sucesso desse tipo de gestão depende da capacidade do gestor de saber lidar com os diferentes perfis de profissionais.

Parece simples, mas não é. Tanto é que, no passado, havia uma tendência à padronização das equipes. Ambientes empresariais mais complexos como os que temos hoje não admitem mais isso.

Porém, para que consiga tirar proveito da diversidade da equipe, é essencial que o líder reconheça que nem todo mundo funciona da mesma forma. Então, assim como se preconiza atualmente no tratamento do consumidor final, é importante ter abordagens personalizadas.

4. Liderar pelo exemplo

Nada daquela história de “faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. Na liderança humanizada, o gestor deve dar bons exemplos.

E isso envolve desde o tratamento conferido à equipe (baseado no respeito e na cordialidade), como a gestão do fluxo de ideias. Sim, há períodos que precisamos de mais engajamento, mas há outras formas de conseguir isso do que pela ameaça.

Esse é um dos diferenciais da liderança humanizada: se conseguirmos ter uma relação próxima com a equipe, o clima melhora e temos condições propícias para conseguir a sua adesão. Anote aí: pessoas felizes produzem mais!

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Marisa Morais

Treinadora Comportamental e Estratégias para Mudanças, Master Rebirthing, Master Coach de Inteligência Emocional, Humanístic Coach e Master Practitioner em PNL.

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